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Abro a Folha Ilustrada e dou de cara com o título: Ana agora procura um homem. Em letras garrafais, como diriam antigamente. O título refere-se ao fato de que a cantora e compositora, Ana Carolina, parece ter dado uma pausa na sua opção pelo homosexualismo e decidiu que agora quer um parceiro sexual do sexo oposto. A quem interessa este assunto? Quanta gente lê a Folha? Um milhão de leitores? Será que é realmente relevante este fato, a ponto de ocupar não apenas o texto, mas toda a página, com direito, inclusive, a foto? Me ocorre que a opção sexual continua sendo não só um tabú como precisa ser exorcizado. A matéria, em última análise, faz isso. É como que uma catarse pública da jornalista Mônica Bergamo. Ao informar tão bombasticamente a nova opção sexual de Ana Carolina, Mônica redime todos os seus [e os nossos?] preconceitos. É como se gritasse com alívio e orgulho: “viram? ela desistiu!”. A Folha virou isso. Suas páginas estão repletas de textos menores, de jornalistas idem. Barbara Gancia, Mônica Bergamo e até o idolatrado José Simão. Este último, com suas piadas fáceis e bordões óbvios, tornou-se a estrela maior de um jornalismo pequeno e pouco esclarecedor. Mas ai de quem falar mal dele. Pega mal. Como falar que o Jô Soares se veste ridiculamente. Não pode. São as lendas da nossa mídia: Jô Soares é elegante e José Simão é inteligente. O fato é que a Folha está um lixo. Cada vez com menos gente que presta. Alias, ultimamente, de bom mesmo só as charges do Angeli.
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a ana carolina deveria pegar o ivetão, isso sim.
por isso que eu troquei os jornais pelos gibis…
Gostei muito de seus textos meu caro…..
Chegarei perto um dia……….
visite meu blog quando puder, as ultimas páginas estão com muitas poesias, mas as anteriores tem textos que eu acredito que podem atrair sua atenção.
Abraço
O laerte é bom também, vai… o garfield eu ignoro há uns anos na esperança de que um dia ele suma…