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Estou lendo o livro Crianças Tercerizadas que citei no UoD. Curioso que o autor fala exatamente o que eu acredito sobre viajar sem os filhos. Temos 3 filhas e viajamos, minha mulher e eu, uma única vez sem elas. E foi um desastre. Não faz nenhum sentido viajar sem nossas filhas. Faz parte de ter filhos, na minha opinião, carregá-los para todo o lado, apresentar-lhes o mundo e vice-versa. E não me diga “ah…mas vocês precisam de um tempo para vocês” ou “vocês precisam namorar”. Não. Não precisamos. Ora por favor…que besteira. E se não serve minha ranzinzice, fique com as razões do pediatra que assina o livro, que explica que, para as crianças pequenas, é traumático demais ficar longe dos pais. Elas não compreendem bem a separação, acham que é definitiva. Se apegam demais com quem fica com elas, tornando também traumático o retorno.
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Concordo em número (mesmo que seja de filhos), gênero e grau (mesmo que seja da febre deles) contigo, Mentor. Acho que ainda estou longe de ter meus filhos, mas quando os tiver também irei preferir sua presença que ausência. O que leva muitos irrespaissáveis a alegar essas pataquadas é a má educação que eles dedicam aos filhos. Confundem atenção com educação, e a molecada quando cresce, confunde liberdade com libertinagem. A culpa é das crianças de barba e botox, não das outras. Por essas e outras que ontem eu jantei num restaurante ao som de “AAAHHHHHHHH… EU q-u-e-r-o o brinqueeeeedooooo”!!! Esses pais deveriam ir para um colégio interno, daqueles que minha mãe sempre me prometeu se eu não comesse o feijão com abóbora. Abraço.
Para mim, não há nada mais gratificante do que responder às
perguntas da minha pequena geminiana que está começando
a descobrir o mundo com seus 6 aninhos de pura inocência.
Talvez porque eu tenha parado de trabalhar para cuidar dos meus filhos desde que nasceram, que eu ache fundamental eu sair de vez em quando com meu marido para viajar, (não por muito tempo, claro).
Concordo que crianças pequenas não têm noção de tempo e que um dia de separação pode parecer uma eternidade, mas não acho que isso pode causar um “trauma”, não sou psicóloga, nem da área, mas se formos pensar assim, então mesmo a ausência de um dos pais numa viagem a trabalho pode ser traumática para uma criança, ou não?